Nome: Taliesin
Idade: 38
Cidade: Santos
Signo: Libra
Cor: Preta
Coisas que adoro: Coca-Cola, chocolate, conversar, ler, escrever
Coisas que odeio: inveja, falsidade de tomate

Meus Blogs


Links


Arquivo

Layout Por


 



9:23 PM

As Irmãs de Psique
Entretanto, Psique, lembrando-se do oráculo de Apolo, tremia de espanto, pensando que, apesar da voz tão doce, fosse o esposo sem dúvida um horrível monstro, visto que o temiam homens e deuses. Estando a devanear, ouviu de súbito, ao longe, vozes de mulheres, de mistura com gemidos e soluços, e, pouco depois, escutando, reconheceu-as pelas de suas irmãs que a choravam. Comoveu-se, apesar de tudo, e, desejando tranqüilizar a família, pediu mentalmente ao invisível marido permissão para dispor de Zéfiro. As duas irmãs foram então arrebatadas como o fora Psique e transportadas para o palácio. Após os primeiros abraços e beijos, Psique, com insistência de criança, mostrou-lhes os magníficos móveis, os deliciosos jardins, os terraços de onde se descortinavam horizontes sem fim. Tantas maravilhas só lograram aumentar o ciúme nutrido pelas duas irmãs havia tempo, e elas a cobriram de perguntas embaraçadoras sobre o esposo que tanta riqueza lhe proporcionava. A pobre Psique, que ainda não o vira, não pôde satisfazer-lhes a indiscreta curiosidade. Todos os dias elas lhe pintavam o marido como horrível dragão repulsivo. A infeliz não resistiu.

A Gota de Azeite
Chegada a noite, espera que todos estejam dormindo na casa. Acende, então, a sua lâmpada, aproxima-se do leito e reconhece o filho de Vênus, perto de quem estão o arco, a aljava e as setas. Psique pega uma e fere levemente um dos dedos, inoculando, assim, em si própria e em elevada dose de amor ao próprio Cupido. Mas enquanto contempla com arrebatamento o deus que lhe é esposo, cai sobre o ombro de Cupido uma gota de azeite. A partir de então, já Psique não tem mais esposo, pois Cupido desaparece, deixando-a no seu palácio solitário. Psique, desesperada, corre à doida pelos campos e se precipita a um rio de águas revoltas. Mas o rio não a quer, e as ondas a devolvem sã e salva à margem. O deus Pã, que lá se encontrava, lhe revela as impiedosas ordens que Cupido recebera de Vênus. As irmãs de Psique, desejosas de saber se o conselho fora seguido, vão ao rochedo do qual Zéfiro as arrebatara. Quando o vento começa a soprar, julgam que é o mensageiro que vai conduzi-las ao pé da irmã e, entregandose-lhe sem desconfiança, tombam ao pé do rochedo onde foram encontradas no dia seguinte, mortas. Zéfiro, com efeito, não pôde receber ordens de Cupido, pois Cupido está doente, e, vigiado no leito, ouve as censuras de sua mãe ultrajada: "Que lindo pai de família não seríeis! Dizia-lhe Vênus. E eu, por minha vez, não tenho idade e dignidade para que me chamem de vovó?

Cólera de Vênus
Vênus manda procurar Psique por toda a terra, e, na sua cólera cheia de ciúme, pergunta a si própria que suplício lhe deve infligir. Não contente de mandar que a vergastem, quer impor-lhe trabalhos superiores às suas forças, e ordena-lhe que vá aos infernos pedir a Prosérpina uma caixa de beleza de que necessita para o seu atavio. Psique parte, certa de que nunca mais voltará; mas no caminho encontra uma velha torre que sabe falar e lhe ensina como deve proceder, recomendando-lhe bem, quando estiver de posse da caixa, que não ceda à tentação de uma curiosidade que já lhe foi funesta uma vez. Esclarecida pela torre, Psique atravessa o rio das mortes na barca de Caronte, faz calar Cérbero atirando-lhe um bolo com mel e chega à presença de Prosérpina que lhe entrega a caixa de beleza exigida por Vênus. Quando volta à terra, Psique, sozinha, e de posse da caixa cujo conteúdo conhece, começa a refletir. Por que não há de servir à própria Psique essa beleza que o seu odioso tirano a mandou procurar no meio de mil perigos? E se roubasse uma partezinha, quem sabe se não conseguiria reconquistar o marido desaparecido? Após muita hesitação, a caixa cede finalmente ao esforço por ela feito, mas em vez de beleza o que sai é um vapor sonífero e Psique, desmaiada, tomba com a face voltada para o chão. Perto dela, todavia, está um amigo, o próprio Cupido, que, vigiado de perto no palácio de sua mãe, conseguiu, não obstante, escapar pela janela. Desperta Psique com a ponta de uma das suas setas e pede-lhe que vá à casa de sua mãe, que ele se incumbirá do resto.

As Núpcias de Psique
Cupido voa ao pé do trono de Júpiter que, enternecido pelas suas lágrimas, dá a imortalidade a Psique e convida todos os deuses para o banquete de núpcias. Psique, admitida ao seio dos imortais, torna-se inseparável do marido. O sentido da alegoria é fácil de compreender. Psique é o símbolo da alma: uma indiscreta curiosidade a impeliu e ela sofreu espantosas torturas. Mas, purificada por uma série de provas de que saiu vitoriosa, encontra a felicidade com a imortalidade. "A ficção do Amor e de Psique, reúne em maravilhosa aliança o gênio da forma, que lisonjeia os sentidos, e o do fundo que mergulha a alma num devaneio sem fim. Eros, segurando uma borboleta suspensa acima de um archote é, encarado poeticamente, um perfeito emblema dos tormentos do amor; encarado no sentido dos mistérios, esse emblema contém a idéia profunda e salutar das manchas da matéria e dos sofrimentos da alma purificada pelo fogo do impuro contato."

A Alma Humana
Segundo as crenças admitidas pelos filósofos, e que, de acordo com alguns escritores, teriam sido objeto de ensino especial nos mistérios, as almas existem anteriormente ao nascimento terreno, e são atraídas para a vida pela volúpia, ou se assim quisermos, por Vênus. Giram em torno da terra, como as borboletas em torno da luz, e, quando chegam bem perto, não podem mais afastar-se e são condenadas à vida, cuja imagem sedutora vêem num espelho místico, tão freqüentemente representado nas urnas fúnebres. Sofrem a tentação de beber na taça da vida, na taça de Baco, e, mal tocam com os lábios o licor sagrado, se encarnam num corpo. "A união das almas com os corpos mortais, diz Creuzer, se deve a várias causas: diversos motivos as impelem para as esferas inferiores. Algumas ali descem, porque ainda não tinham descido e são necessárias à manutenção da economia do mundo. São as almas novas ou noviças. Outras voltam aos corpos para expiarem culpas anteriores. Outras, enfim, cedem voluntariamente à sua inclinação pela terra. Tal inclinação provém de haverem elas contemplado o espelho, o mesmo espelho em que se vira Dionísio, antes de criar as existências individuais. Mal vêem a própria imagem, um desejo violento se apodera de todas elas, e o que almejam é descer e viver individualmente. As almas, na sua sede de existência individual, abandonam a morada celestial e partem em busca de novos destinos. Uma vez que tenham bebido na taça de Liber-Pater, embriagadas, apaixonadas pela matéria, perdem pouco a pouco a recordação da origem. E é tal esquecimento que as impele a unir-se aos corpos. As melhores dentre elas, temendo o nascimento, evitam a fatal beberagem cuja sedução as conduzirá à terra. Até entre as que não sabem resistir, há uma diferença. As mais nobres bebem comedidamente, prendem-se fortemente ao Gênio tutelar que lhes é destinado para acompanhá-las na Terra, têm os olhos fitos nele e obedecem-lhe à voz. Outras, porém, não são assim. Bebem a largos sorvos, e este mundo, que não passa de tenebrosa caverna, lhes parece belo. Acabam, pois, de esquecer-se, fascinadas pelos atrativos, pelas delícias da gruta de Dionísio, símbolo do mundo sensível e das suas voluptuosidades." (Creuzer).

"O que chamamos vida, diz Cícero, é uma verdadeira morte. A nossa alma só começa a viver quando, livres dos entraves do corpo, participa da eternidade e, de fato, as antigas tradições nos ensinam que a morte foi concedida pelos deuses imortais, como recompensa aos que eles amavam." (Cícero).


"Os que choramos não nos foram tirados para sempre, e não estão perdidos para nós; estão apenas distantes da nossa vista e do nosso contato por determinado tempo. Assim, quando nós também chegarmos ao termo que a natureza nos prescreveu, voltaremos a privar com eles." (Cícero).



Rabiscado por Egiptóloga



|

7:10 PM

Beleza de Psique
Tinha um rei três filhas belíssimas. Mas, por mais encantadoras que fossem as duas mais velhas, era possível encontrar na linguagem humana elogios proporcionados ao seu mérito, ao passo que a menor era de perfeição tão rara, tão maravilhosa, que não havia termos que a exprimissem. Os habitantes do país, os forasteiros, enfim todos acorriam, atraídos pela reputação de semelhante prodígio; e depois de contemplarem tal beleza de que nada se aproximava, ficavam confusos de admiração, e, prosternando-se, a adoravam com religioso respeito, como se se tratasse da própria Vênus.
Em breve, espalhou-se a nova de que era a própria Vênus que vinha habitar a terra sob a aparência de simples mortal, e o prestígio da verdadeira deusa ficou abalado. Ninguém mais ia a Cnido, ninguém mais ia a Pafos, ninguém mais navegava para a risonha ilha de Cítera. Os antigos templos de Vênus estavam vazios, as cerimônias negligenciadas, os sacrifícios suspensos, e os seus altares solitários só apresentavam uma cinza fria no lugar do fogo onde antes ardiam incensos. Mas quando Psique passava, o povo, apinhado, tomando-a por Vênus, lhe apresentava grinaldas, atirava-lhe flores, dirigia-lhe votos e preces. De todas as partes do mundo vinham peregrinos oferecer-lhe vítimas.

Ciúme de Vênus
Vênus, que do alto do céu via tudo, não pôde refrear a indignação. "Como? Dizia ela. Eu, Vênus, a primeira alma da natureza, origem e germe de todos os elementos, eu que fecundo o universo inteiro, devo partilhar com uma simples mortal as honras devidas à minha posição suprema! Deverá o meu nome, que é consagrado no céu, ser profanado na terra, terei eu de ver os meus altares descuidados por uma criatura destinada a morrer? Ah, a que assim usurpa os meus direitos vai arrepender-se da sua insolente beleza!"
Imediatamente chama o filho, o menino de asas, tão audaz, o qual, na sua perversidade, desafia a moral pública, arma-se de archotes e setas, cometendo com impunidade as maiores desordens e jamais fazendo o menor bem. Excita-o com as suas palavras, e diante dele dá vazão a todo o seu enorme despeito. "Meu filho, em nome da ternura que te une a mim, vinga tua mãe ultrajada; mas vinga-a plenamente. Só te peço uma coisa: faze que a jovem se inflame da mais violenta paixão pelo último dos homens, por um infeliz condenado pela sorte a não ter nem posição social, nem patrimônio, nem segurança de vida; enfim, por um ser de tal modo ignóbil que no mundo inteiro não se encontre outro igual!" Assim falando, beijava o filhinho amado.

O Oráculo de Apolo
Vênus, por sua vez, extravasava sua cólera, cujos efeitos já se faziam sentir, porque, enquanto as duas irmãs de Psique desposavam reis, a infeliz jovem, culpada de excesso de beleza, encontra por toda parte adoradores, mas não marido, e seu pai, desconfiado de que uma divindade qualquer obstaculasse o himeneu da filha, vai consultar o oráculo de Apolo que lhe ordena expor a filha num rochedo para um himeneu de morte. Seu marido não será um mortal: traz asas como as aves de rapina cuja crueldade ele possui, e escraviza os homens e os próprios deuses. Sempre é necessário obedecer, quando um deus fala. Após vários dias consagrados ao pranto e à tristeza, prepara-se a pompa do fúnebre himeneu. O archote nupcial é representado por archotes cor de fuligem e cinza. Os cantos jubilosos de himeneu se transformam em uivos lúgubres, e a jovem noiva enxuga as lágrimas com o próprio véu de casamento.

Psique Raptada por Zéfiro
Uma vez terminado o cerimonial de morte, conduziram a infeliz Psique ao rochedo em que deveria aguardar o esposo. Era uma montanha alcantilada. Quando ali chegou, apagaram-se os archotes nupciais que haviam iluminado a festa fúnebre do triste himeneu, e cada um voltou para casa. Os pais de Psique, encerrados no palácio, recusaram-se a sair, condenando-se às trevas eternas. Tremendo de espanto, Psique afogava-se nas lágrimas no pico da montanha, quando de súbito o delicado sopro do Zéfiro, agitando amorosamente os ares, faz ondular dos dois lados a veste que a protegia, cujas dobras se enchem invisivelmente. Soerguida se, violência, Psique reconhece que um sopro tranqüilo a transporta suavemente.
Mais leves que as nuvens, os graciosos meninos alados se elevam docemente no ar e arrebatam Psique sem lhe perturbarem o sono tranqüilo. Daí a pouco Psique desliza por um declive insensível até um profundo vale situado abaixo dela, e vê-se sentada no meio de uma relva coalhada de flores.
Deposta sobre espessa e tenra relva que formava um fresco tapete de verdura, ela olha em volta de si e percebe uma fonte transparente como cristal, no meio de árvores altas e copadas. Perto das margens, ergue-se uma morada real não construída por mãos mortais senão mediante arte que só pode ser divina. Os muros estão recobertos de baixos-relevos de prata e os soalhos são de mosaico de pedras preciosas cortadas em mil pedacinhos e combinadas em variadas pinturas.

O Palácio de Psique
Comovida pelo encanto de tão lindo lugar, Psique cria ânimo a ponto de ultrapassar o limiar, e, cedendo à atração de tão grande número de maravilhas, lança cá e lá olhares de admiração. Mas o que ao mesmo tempo a impressiona é a solidão absoluta em que se encontra. Uma voz saída de um corpo invisível lhe fere, subitamente, os ouvidos: "Por que, soberana minha, vos admirais de tão grande opulência? Tudo quanto vedes é vosso. Entrai nestes aposentos, aguarda-vos um banho, para refazerdes as forças, e o banquete real que vos é destinado não se fará esperar. Nós, cuja voz estais ouvindo, estamos às vossas ordens, e executaremos atentamente as vossas ordens."
Psique viu realmente um repasto magnificamente preparado. Sentou-se, então, à mesa, e diante dela se sucediam os vinhos mais deliciosos, as iguarias mais incomuns, mas aparentemente trazidas por um sopro, pois não distinguia nenhum ser humano. Um delicioso concerto a alegrou, mas os cantores eram invisíveis. Admirada, e ao mesmo tempo, assustada, pensando no esposo que aguardava, cedeu, no entanto, à fadiga e adormeceu sem que ninguém lhe perturbasse o repouso. Quando desperta, ouve as mesmas vozes misteriosas que na véspera, e recebe os mesmos cuidados de seres que não consegue distinguir. Vários dias transcorrem sem que lhe seja dado ver alma viva. Se o esposo invisível a visitou foi com certeza quando estava adormecida, pois ela nada enxergou, e o amo do palácio em que está lhe é tão desconhecido como os criados que a servem.
A borboleta, símbolo da alma, esvoaça sobre a cabeça da jovem sentada num cabeço de relva; o seu aspecto ingênuo e algo espantado se explica pela presença de Cupido que, invisível para ela, lhe dá um beijo na testa.
No entanto, o esposo existia, pois embora ela o não visse, lhe ouvia a doce voz a preveni-la de um perigo que correria. "Psique, minha doce amiga, dizia a voz, minha companheira adorada, a sorte cruel te ameaça de um terrível perigo; tuas irmãs, já turbadas com a idéia da tua morte, procuram-te, e não tardarão em chegar a este rochedo. Não te comovas com os seus falsos queixumes, e não cedas aos perniciosos conselhos que elas te derem para levar-te a me ver. E acrescentou que a sacrílega curiosidade os separaria para sempre e a mergulharia num abismo de males. Psique agradeceu ao marido os conselhos. Aliás, o tom daquela voz era tão penetrante que se sentia atraída a ele por uma força desconhecida. Assim, prometeu-lhe que obedeceria.
Continua...


Rabiscado por Egiptóloga



|

5:10 AM

Dando continuidade para conhecermos mais o panteão celta




Os deuses e deusas do panteão celta - parte 2:





Dagda - No folclore irlandês, o Dagda era chamado de O Bom Deus, Grande Senhor, Pai dos deuses e dos homens, o Arquidruida, deus da magia, da terra. Rei supremo dos Tuatha de Dannan, mestre de todos os ofícios, senhor de todos os conhecimentos. Teve vários filhos, entre eles Brigit, Angus, Midir, Ogma e Bodb, o Vermelho. O Dagda tinha uma harpa de carvalho vivo que fazia com que as estações mudassem quando assim o ordenasse. Deus dos magos e sacerdotes, senhor dos artesãos, da música e das curas.



A Dama Branca - Conhecida em todos os países celtas, era identificada como Macha, Rainha dos Mortos, a forma idosa da Deusa. Simbolizava a morte e a destruição. Algumas lendas chamam-na de Banshee, aquela que traz a morte.



Danu/Dana/Dannan - Principal Deusa Mãe dos irlandeses, às vezes identificada com Anu. Mãe dos Tuatha de Dannan, Povo de Dana, o Povo Mágico, descendente dos deuses, que se escondeu com a chegada dos cristãos às terras celtas. Outro aspecto da Morcego, Da nu é a patrona dos feiticeiros, dos rios, das águas, dos poços, da prosperidade e abundância, da sabedoria e da magia.



Dewi - Um Deus da Velha Gália. O emblema oficial de Gales, um dragão vermelho, deriva da Grande Serpente Vermelha que em tempos representava o Deus Dewi.



Diancecht – Médico-mágico do Tuatha. Deus de restabelecimento, medicina, magia.



Don/Domnu - Deus governante da terra da morte e entradas para outros mundos. Controle dos elementos, eloqüência.



Druantia - "Rainha dos Druidas", deusa ligada à fertilidade, às atividades sexuais, às árvores, à proteção, ao conhecimento e à criatividade.



Dylan - Filho da Onda, Dylan era o deus do mar para os antigos galeses, sendo filho de Gwydion e Arianrhod. Seu símbolo era um peixe prateado.



Elaine - Aspecto virginal da Deusa no panteão galês.



Epona - Seu nome significa "grande cavalo", sendo homenageada em Gales como deusa dos cavalos. Seus atributos incluíam ainda a fertilidade, a maternidade, a prosperidade, os animais, a cura e a colheita.



Eriu/Erin - Filha do Dagda, Erin era uma das três rainhas dos Tuatha de Dannan da Irlanda.



Flidais - Deusa da floresta, dos bosques e criaturas selvagens do povo irlandês. Viajava numa carruagem puxada por veados e tinha a capacidade de mudar de forma.



Goibniu/Gofannon/Govannon - Era o Grande Ferreiro do povo irlandês, semelhante a Vulcano. Foi ele quem forjou todas as armas dos Tuatha de Dannan. Estas armas sempre atingiam o alvo e toda ferida provocada por elas era fatal.Deus dos ferreiros, dos fabricantes de armas, da ourivesaria, fabricação da cerveja, fogo e trabalho com metais em geral.



GREAT FATHER - O Senhor. Senhor de inverno, colheita, animais, montanhas, luxúria, forças de destruição e regeneração. O aspecto masculino de criação.



GREAT MOTHER - A Dama. O aspecto feminino de criação, deusa de fertilidade, a lua, verão, flores, amor, restabelecimento.



Green Man (ver Homem Verde)



Gwydion - O Grande Druida dos galeses. Feiticeiro e bardo do Norte de Gales, seu símbolo era um cavalo branco. Rege a ilusão, as mudanças, a magia, o céu e as curas.



Gwynn ap Nud - Rei das fadas e do submundo na tradição galesa.



Gwythyr - Oposto de Gwynn ap Nud, Gwythyr era o senhor do mundo superior, também no folclore galês.



Herne - O Caçador, era associado a Cernunnos, o Deus Cornudo, e acabou sendo, também, associado à floresta de Windsor.



O Homem Verde (Green Man) - O Homem Verde tinha os mesmos atributos de Cernunnos, sendo igualmente uma divindade cornuda que habitava as florestas. Deus dos bosques, seu nome, em galês antigo, é Arddhu (O Escuro) ou Atho.



Llyr/Lear/Lir - No folclore galo-irlandês, Llyr era o deus do mar e da água, sendo considerado, ainda, senhor do mundo subterrâneo. Llyr era pai de Manawyddan, de Bran e de Branwen.



Lugh/Luga/Lamhfada/Llew/Lug/Lug Samildanach/Llew Llaw Gyffes/Lleu/Lugos - Na Irlanda e em Gales, Lugh era chamando O Brilhante. Deus do Sol e da guerra, era associado aos corvos, tendo por símbolo, em Gales, um veado branco. Sua festividade é Lughnasadh, outra festa da colheita. Era filho de Cian e de Ethniu. Tinha uma espada e uma funda mágica. Lugh era carpinteiro, pedreiro, ferreiro, harpista, poeta, druida, médico e ourives. Seu domínio incluía a magia, o comércio, a reencarnação, o relâmpago, a água, as artes e ofícios em geral, viagens, curas e profecias.


Rabiscado por Junior



|

10:44 AM

Para inaugurai o primeiro post sobre o assunto mitologia, escolhi falar sobre o panteão celta, q é na mitologia o q mais me chama atenção de todas as culturas, espero q gostem esse texto será dividido em 3 partes por ser muito longo.




Os principais deuses e deusas do panteão celta são:





Aine - Aine é a Deusa celta Senhora do Povo das Fadas.Filha de Eogabail, o qual foi em tempos o enteado de Manannan mac Lir. Seu culto embasa uma vertente da wicca, que é a Faery Wicca. Ela é mencionada como forma jovem da Deusa Dannu. Descrita como uma Donzela bonita, se apresenta dançando nos Círculos de Fadas. É uma Deusa do amor, da alegria, da beleza e da fertilidade. Originariamente era uma Deusa do gado, cultuada em Knockaine, Irlanda.



Angus Mac Og - Deus da Juventude, do Amor e da Beleza na Irlanda Antiga. Um dos Tuatha de Dannan, Angus possuía uma harpa dourada que produzia música de irresistível doçura. Os seus beijos transformavam-se em pássaros que transportavam mensagens de amor.



Anu/Annan/Dana/Dannan - Deusa Mãe, da Abundância, sendo a maior de todas as deusas do panteão irlandês. Aspecto virginal da Deusa Tripla, formada com Badb e Macha, guardiã do gado e da saúde. Deusa da Fertilidade, da Prosperidade e do Conforto.



Arawn - Regente do Inferno, Annwn, o Submundo na tradição galesa. Representa a vingança, o terror, a guerra.



Arianrhod - Seu nome significa Roda de Prata ou Grande Mãe Frutuosa. Arianrhod é a Face Mãe da Deusa Tríplice para os povo de Gales. Honrada em especial na Lua Cheia, ela é a guardiã da Roda de Prata, símbolo do tempo e do karma. Senhora da Reencarnação.



Badb - Seu nome, que se pronuncia Baid, foi traduzido como Corvo de Batalha, ou Gralha Escaldada, que representaria o caldeirão da vida, conhecido em Gales como "Cauth Bodva". Badb, deusa da Guerra, é esposa de Net, também deus da Guerra. Irmã de Macha, a Morrigu, e de Anu. Aspecto Maternal da Deusa Tripla irlandesa. Associada ao caldeirão, aos corvos e às gralhas, Badb rege a vida, a sabedoria, a inspiração e a iluminação.



Balor - Um Fomoriano que possuía um olho venenoso. Um dos seus olhos tornou-se maligno para os outros seres quando espiava os feiticeiros do seu pai a prepararem uma poção mágica. O fumo do caldeirão contaminou-lhe um olho. Foi-lhe permitido viver se mantivesse o olho fechado. Os Fomorianos usavam um gancho para lhe abrir o olho durante a batalha de forma a poder matar o inimigo. Pensa-se que o Castelo de Balor na Ilha de Tory, ao largo de Donegal, tenha sido um posto avançado Fomoriano.



Banba/Banbha - Deusa irlandesa que, juntamente com Fotia e Eriu, usava a magia para repelir os invasores. Uma das três Deusas que deram o nome á Irlanda.



Bel/Belenus/Belenos/Belimawr - Seu nome significa "brilhante", sendo o Deus do Sol e do Fogo dos irlandeses. Belenos dá seu nome ao festival de Beltane, ou Beltain, festa de purificação e fertilidade comemorada em 1o. de maio no hemisfério norte. Belenos era ainda ligado à ciência, cura, fontes térmicas, fogo, sucesso, prosperidade, colheita e à vegetação.



Blodeuwedd - Seu nome foi traduzido como "flor branca", sendo representada, muitas vezes, com um lírio branco nas cerimônias de iniciação celtas de Gales. Criada por Math e Gwydion, o Druida, para ser esposa de Lleu, foi transformada em coruja por causa do seu adultério e da conspiração para a morte do marido. Aspecto virginal da Deusa Tríplice dos galeses, Blodeuwed tinha por símbolo uma coruja. Seu domínio é o das flores, sabedoria, mistérios lunares e iniciações.



Boann/Boannan/Boyne - Boann - "Aquela do Gado Branco". Deusa Irlandesa da Liberdade e da Fertilidade, cuja a imagem é a representação de uma vaca branca. Deusa do rio Boyne. Ela é a esposa do Nechtan de Elcmar, Deus da Água, e consorte de Dagda com o qual teve um filho, o Deus Aengus. Para esconder a sua união de Nechtan, Boann e Dagda fizeram com que o Sol ficasse parado durante nove meses, de modo a que Aengus fosse concebido e nascido no mesmo dia.



Bran - O Abençoado. Bran era irmão do poderoso Manawydan ap Llyr e de Branwen, sendo filho de Llyr, do folclore galês. Associado aos corvos, Bran é o deus das profecias, das artes, dos chefes, da guerra, do Sol, da música e da escrita.



Branwen - Irmã de Bran e esposa do rei irlandês Matholwch. Vênus dos Mares do Norte, filha de Llyr, uma das três matriarcas da Grã-Bretanha. Branwen é chamada Dama do Lago, sendo a deusa do amor e da beleza no panteão galês.



Brigit/Brid/Brigid/Brig - Seu nome significa "flecha de poder". Brigit era filha do Dagda, sendo chamada A Poetisa. Outro aspecto de Danu, associada a Imbolc. Tinha uma ordem dedicada a ela, formada só por mulheres, em Kildare, na Irlanda, que se revezavam para manter o fogo sagrado sempre aceso. Deusa do fogo, fertilidade, lareira, todas as artes e ofícios femininos, artes marciais, curas, medicina, agricultura, inspiração, aprendizagem, poesia, adivinhação, profecia, criação de gado, amor, feitiçaria, ocultismo.



Cernunnos - Seu nome deve ser pronunciado como se tivesse um "k": kernunnos. Deus Cornudo, Consorte da Grande Mãe, deus da Natureza, Senhor do Mundo. Comumente representado por um homem sentado na posição de lótus, cabelo comprido e encaracolado, de barba, nu, usando apenas um torque (colar celta) ao pescoço, ou ainda por um homem de chifres, sendo, por isso, erroneamente comparado ao diabo dos cristãos. Os seus símbolos eram o veado, o carneiro, o touro e a serpente. Deus da virilidade, fertilidade, animais, amor físico, natureza, bosques, reencarnação, riqueza, comércio e dos guerreiros.



Cerridwen/Ceridwen/Caridwen - Deusa da Lua do panteão galês, sendo chamada de Grande Mãe e A Senhora. Deusa da natureza, Cerridwen era esposa do gigante Tegid e mãe de uma linda donzela, Creirwy, e de um feio rapaz, Avagdu. Os bardos galeses chamavam a si mesmos de Cerddorion, filhos de Cerridwen. Há uma lenda que diz que o grande bardo Taliesin, druida da corte do rei Arthur, nascera de Cerridwen e se tornara grande mago após tomar algumas gotas de uma poderosa poção de inspiração que Cerridwen preparava no seu caldeirão. Cerridwen é ainda a deusa da Morte, da fertilidade, da regeneração, da inspiração, magia, astrologia, ervas, poesia, encantamentos e conhecimento.



Creiddylad/Creudylad/Cordellia
- Deusa ligada ao Beltane, freqüentemente chamada de Rainha. Deusa de flores de verão, amor.



Crone - Um aspecto da Deusa Tripla. Ela representa velhice ou morte, inverno, o fim de todas coisas, o sangue menstrual, fases de vidas das mulheres. Toda destruição que precede regeneração através de ela, o caldeirão do renascimento.





Continua ....





Material extraído da rede mundial.


Rabiscado por Junior



|

8:15 AM

Bem vindo toos meus caros amigos, hoje começo com este novo blog abordando um assunto q gosto muito mitologia, a ideia foi de uma amiga q tem até um nick mitoologico Gaya,a Titã da Terra, ms falarei dela mais para frente.

Hoje eu quero só dar as boas vindas e dizer q 2 vezes por sermana estarei pondo um post dedicato a um deus ou personagem dessa fascinante história q é a mitologia.

Espero contar com a visita de todos esperom q gostem bastante.

Beijos e Abraços


Rabiscado por Junior



|

*Esse layout é uma criação Taliesin yr Llwyd*